22 de nov de 2007

Bebés São Bons Juízes

Bebés conseguem julgar os outros e preferem as pessoas boas
(Para ler originais clicar aqui e aqui)

Investigadores norte-americanos revelam hoje na revista Nature que o ser humano consegue julgar se o carácter dos outros é bom ou mau desde os seis meses de vida, altura em que começa a preferir quem age correctamente.

Através da análise do comportamento de bebés com idades entre os seis e os 10 meses perante fantoches, a equipa liderada por Kiley Hamlin, do departamento de psicologia da Universidade de Yale, em New Haven, Connecticut, descobriu que os bebés com meio ano de vida já são capazes de julgar se os outros foram bons ou maus, mesmo que o acontecimento não os afecte directamente.

«Na nossa investigação, mostramos que as crianças com entre seis e dez meses de idade diferenciam o resto dos seres humanos entre atractivos e repulsivos, segundo os comportamentos individuais que estes tenham mostrado com os outros», explicam os psicólogos.

Segundo o estudo, os bebés preferem ter a seu lado alguém que ajuda os outros do que alguém que engana ou se mantém impassível perante a necessidade alheia.

Preferem ainda uma pessoa que mostra um comportamento neutral a quem se dedica a fazer a vida impossível aos outros.

«Isto prova que os bebés que ainda não são capazes de falar julgam os outros com base no seu comportamento com terceiros», apontam os peritos.

«Esta capacidade pode ser a base do pensamento e das acções morais do ser humano e o seu aparecimento e desenvolvimento tão cedo apoia a teoria de que a valoração social faz parte da adaptação biológica do homem», acrescentam.

Até agora era desconhecido quando começava a capacidade do homem julgar os outros.

Diário Digital / Lusa

22-11-2007 15:38:27

Zetética- Dúvida Surgida em Aula

A consulta de dois dicionários permitiu encontrar o adje(c)tivo zetético e o substantivo zetética (Dicionário da Porto Editora e Dicionário Eletrônico Houaiss). Não nos apareceu a palavra "zeetética" nas várias obras consultadas ou, mesmo, na Internet. O adje(c)tivo zetético está relacionado com o «que busca, examina; que assume uma atitude intelectualmente investigativa, inquisitiva». Na área da filosofia é o «que, por desconfiar de dogmas, verdades definitivas ou afirmações peremptórias, se mantém em constante estado de incerteza e investigação intelectual (diz-se de conduta, escola, filósofo ou ensino cépticos)»; e, na matemática, «diz-se de método analítico formulado pelo matemático francês Viète (1540-1603)». Por sua vez, zetética é «metodologia investigativa, indagatória, voltada para a resolução de problemas teóricos» e, em filosofia, «o cepticismo, na sua natureza de persecução incansável da verdade, não obstante a incredulidade a respeito da real possibilidade de atingi-la» (in Dicionário Eletrónico Houaiss).

O Dicionário da Porto Editora diz que zetética vem «do grego 'zetetiké' [tékhne], "[arte] de procurar"», tratando-se de «pesquisa; método de investigação; indagação». Quanto ao adje(c)tivo zetético (do grego 'zetetikós', "de pesquisador"), chama-lhe «qualificativo aplicado outrora aos cépticos»; e, em matemática, «análise zetética [é o] nome dado pelo matemático francês F. Viète (1540-1603) ao método matemático, hoje denominado método analítico, que consiste em supor o problema resolvido para encontrar a solução».

Link original, Clicar aqui.

10 de nov de 2007

A Lógica De Aritóteles- Para Alunos de Filosofia

O que é a lógica? Para Que serve? Qual a sua importância?



9 de nov de 2007

Dia Internacional da Filosofia- 15-11-07

Cada terceira 5ª feira do mês de Novembro comemora-se o Dia Internacional da Filosofia, proclamado pela UNESCO em 21 de Novembro de 2002.

O que é a filosofia? Para que serve? Qual a sua importância?

Neste momento do nosso percurso depois de muitos textos lidos, e de horas de trabalho a reflectir sobre estas questões, desde logo se consciencializou que ao alcance do nosso olhar estariam sempre mais dúvidas que efémeras "certezas"...

Em vez de se constituir como uma sabedoria estabelecida (como talvez pretendam ainda outras áreas do conhecimento) a filosofia vale mais como exercício livre do pensar/da razão que questiona, do que pela apresentação de um saber feito/dogmático...

A prática da filosofia, em boa parte, é "o simples" olhar atento/crítico sobre todas as coisas para que elas não nos sejam estranhas/incómodas e assim, face ao mundo, aos outros, às nossas paixões e vícios, nos possamos libertar e viver uma vida mais autêntica... «Uma luta do bom senso contra o senso comum»(António Sérgio)

Comemorar a filosofia é comemorar a possibilidade de conquista da liberdade... É acreditar que é possível cortar com o que nos impede de sermos senhores de nós mesmos e, assim, construtores do nosso próprio destino...

(Clicar aqui para ver um powerpoint e reflectir)

5 de nov de 2007

O Que é Um Problema Filosófico?

A Morte de Sócrates 2 (Em Inglês)

Vídeo que necessita de se ter um pouco de coragem para ver... Fazendo lembrar Manuel de Oliveira pela lentidão, não deixa de ter aspectos interessantes para quem for mais ousado...

A Morte de Sócrates 1 (Em Inglês)

Vídeo que necessita de se ter um pouco de coragem para ver... Fazendo lembrar Manuel de Oliveira pela lentidão, não deixa de ter aspectos interessantes para quem for mais ousado...

Para Que Serve a Filosofia 1

4 de nov de 2007

Videos Interessantes

Podem ver-se (Clicar aqui) vídeos interessantes sobre preservação do planeta e problema de refugiados.

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Léxico de Psi.

Emotional intelligence Type of intelligence defined as the abilities to perceive, appraise, and express emotions accurately and appropriately, to use emotions to facilitate thinking, to understand and analyze emotions, to use emotional knowledge effectively, and to regulate one's emotions to promote both emotional and intellectual growth.

Glossário de Psicologia Clicar aqui

Conceito de Mãe: Apesar de algumas competências exigidas a uma “mãe”, para criar e/ou educar uma criança, se relacionarem com a vertente biológica, a maior parte delas são desenvolvidas por aprendizagem social. Assim, quando falamos em “mãe”, não estamos propriamente a referir-nos à mulher que dá à luz, mas sim a um adulto significativo possuidor das competências necessárias para cuidar de um bebé e que, dispondo de tempo para dedicar à criança, se mostra capaz de lhe proporcionar experiências positivas, estimulantes, e de lhe dispensar a atenção e o afecto necessários, de forma a possibilitar o desenvolvimento das suas potencialidades.

J. S., n.º14, 12º ano CAD