27 de set de 2012

Viver feliz pela quantia certa?

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Iniciação à filosofia

O início do ano letivo, na disciplina de filosofia do 10º ano, é tanto aliciante, como difícil começar o trabalho com a tradicional tentativa de explicar/definir o que é a Filosofia. Geralmente opto pela leitura de alguns textos tradicionais (António Sérgio, Kant, Agostinho da Silva ou Descartes). E lá tento que os alunos vão desenvolvendo a ideia que a filosofia é, acima de tudo, uma atitude, um estado de espírito, um novo modo de olhar para o mundo, onde adquirimos um sentido mais reflexivo/crítico/autónomo. A aprendizagem da filosofia é a aprendizagem da ginástica da mente humana. É o desenvolvimento da nossa parte espiritual. É, pouco a pouco, perceber que neste mundo podemos ser vazios de ideias próprias seguindo de modo superficial/simplista a opinião da maioria sem nunca nela termos profundamente pensado antes de a aceitar, o que contraria o nosso dever/potencial de seres racionais e emocionais. Talvez por isso, pela facilidade e/ou comodismo/conforto permitimos a tanta gente controlar o nosso destino/vida. Fazemos as coisas mais absurdas como por exemplo trocar a ida ao médico pela opinião de um curandeiro da moda ou acreditar na publicidade a uma dieta milagrosa que não exige esforço da nossa vontade. Seguimos mais facilmente a ilusão de certos especialistas dos feitiços (que pretendem resolver os nossos problemas amorosos ou profissionais) do que a realidade da minha vida estar na palma da minha mão. Pensar que são as minhas decisões que determinam, em boa parte, as consequências do que sofro (para o bem e mal) obriga-nos a uma responsabilidade/maturidade que evitamos. Realmente, é mais fácil viver segundo a desculpa de que "fizemos o que pudemos mas a sorte não esteve do nosso lado", "O que aconteceu foi obra do destino", em vez de esforço e luta pela superação de dificuldades. Os bruxos, os gurús, o consumismo desenfreado, o marketing político que alguns utilizam para dar à sua imagem um toque mínimo de honestidade para manipulação das massas, abundam à nossa volta com uma intenção voraz de usurpar a nossa felicidade, sugar a nossa vida. É interessante ver nas manifestações que têm decorrido em vários países em crise cartazes com a frase: "Queremos a nossa vida de volta". O que parece mais trágico é verificar que muita gente ainda nem sequer se apercebeu disto... Que perdeu o controlo da sua vida... Aliás, nem sequer se percebe muito bem que crise afinal é esta que se vive?... Será de finanças ou moral/ética?... De qualquer modo, precisamos de mais filosofia, mais consciência, maior responsabilidade. Estamos fartos de ilusionistas vendedores de ilusões! Certo?

23 de set de 2012

O que é a realidade?


19 de set de 2012

A Alvorada do Homem/Humanidade


Sentido da vida, uma definição de filosofia


17 de set de 2012

Inovações tecnológicas que foram barradas

Apesar de promissoras, muitas invenções foram interrompidas rapidamente. Teriam elas desafiado a lógica do mercado e ameaçado o lucro de grandes grupos?

Muitas vezes, invenções e conceitos não chegam a alcançar toda a glória que merecem, tornando-se sucessos de venda e mudando, de certa forma, o rumo do mercado e das inovações tecnológicas.

Há quem acredite que as novidades apenas estavam à frente de seu tempo e, por isso, traziam falhas de projeto que levaram a uma baixa aceitação pelo público. Entretanto, existem casos em que a inovação era tão grande que poderia, facilmente, superar grandes grupos que dominam o mercado.

Exemplo disso é o carro elétrico da "General Motors" que subitamente foi retirado do mercado apesar das boas prestações técnicas que os primeiros protótipos alcançaram.




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Ler original completo "The 18 Most Suppressed Inventions Ever" aqui

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Emotional intelligence Type of intelligence defined as the abilities to perceive, appraise, and express emotions accurately and appropriately, to use emotions to facilitate thinking, to understand and analyze emotions, to use emotional knowledge effectively, and to regulate one's emotions to promote both emotional and intellectual growth.

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Conceito de Mãe: Apesar de algumas competências exigidas a uma “mãe”, para criar e/ou educar uma criança, se relacionarem com a vertente biológica, a maior parte delas são desenvolvidas por aprendizagem social. Assim, quando falamos em “mãe”, não estamos propriamente a referir-nos à mulher que dá à luz, mas sim a um adulto significativo possuidor das competências necessárias para cuidar de um bebé e que, dispondo de tempo para dedicar à criança, se mostra capaz de lhe proporcionar experiências positivas, estimulantes, e de lhe dispensar a atenção e o afecto necessários, de forma a possibilitar o desenvolvimento das suas potencialidades.

J. S., n.º14, 12º ano CAD