4 de nov. de 2009
22 de set. de 2009
10 Melhores Escolas do Mundo
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Armando Almas, Magda Campos
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21 de jul. de 2009
Camões, exemplo de consciência nacional depressiva?
A depressão é uma experiência muito comum. Qualquer pessoa passa por fases em que se sente farta, triste ou profundamente infeliz e, apesar de habitualmente a razão para tais sentimentos ser óbvia - uma desilusão, uma frustração, a perda de algo ou alguém importante - nem sempre isso sucede; por vezes, estamos simplesmente de "mau humor", "acordámos mal dispostos" ou algo do género mas não sabemos de facto o que se passa connosco.
A depressão pode ser tão grave que não nos parece sequer haver qualquer razão para viver e nestes casos a pessoa percebe e sente que não está a continuar a conseguir lidar com as coisas como costumava. Algumas pessoas pensam que já não há nada a fazer, mas o facto é que a depressão é uma doença e é absolutamente necessário tratá-la. Não se trata de um sinal de fraqueza - mesmo as personalidades mais fortes passam por ela.
Tal como acontece com aqueles pequenos episódios depressivos pelos quais todos passamos a dada altura das nossas vidas, por vezes sabemos perfeitamente porque estamos deprimidos e por vezes não. Uma doença, um luto, preocupações financeiras, problemas familiares, etc., podem todos eles levar a um período de depressão. Mas, ao contrário dos pequenos episódios depressivos que todos nós experienciamos, com a perturbação depressiva propriamente dita as sensações de tristeza, desmotivação, apatia e solidão são mais intensas e subsistem durante muito mais tempo - meses, em vez de dias ou semanas. (ler original aqui)
- sentimentos de tristeza que subsistem ao longo do tempo
- perca de interesse pela vida
- tornar-se incapaz de obter prazer seja com que actividade for
- tornar-se extremamente difícil tomar uma decisão, por mais simples que seja
- sentir-se exausto sem razão aparente
- sentir-se nervoso e agitado
- perder peso e apetite (algumas pessoas ganham peso)
- dificuldades de sono
- acordar mais cedo do que o habitual
- perder a auto-confiança
- sentir-se um incapaz, inadequado e sem remédio
- evitar os outros
- sentir-se irritado
- sentir-se pior numa dada altura do dia, habitualmente de manhã
- pensar no suicídio
Camões deprimido?!
O dia em que eu nasci, morra e pereça,
Não o queira jamais o tempo dar,
Não torne mais ao mundo e, se tornar,
Eclipse nesse passo o sol padeça.
A luz lhe falte, o sol se lhe escureça,
Mostre o mundo sinais de se acabar,
Nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar,
A mãe ao próprio filho não conheça.
As pessoas pasmadas, de ignorantes,
As lágrimas no rosto, a cor perdida,
Cuidem que o mundo já se destruiu.
Ó gente temerosa, não te espantes,
Que este dia deitou ao mundo a vida
Mais desgraçada que jamais se viu!
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Armando Almas, Magda Campos
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27 de jun. de 2009
Os Grandes Manipuladores
Adicionado artigo sobre personalidades manipuladoras, clicar aqui para ler...
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23 de jun. de 2009
Apagar a nossa memória (Karim nader)
Podemos apagar as memórias? Novas descobertas por Karim Nader (Clicar aqui para ler artigo na biblioteca do Blog)
Apagar memórias desagradáveis ou mesmo traumáticas de forma selectiva poderá ser possível muito em breve. Investigadores do Brain e Behavior Discovery Institute, nos EUA, e do Institute Brain Functional Genomics, na China, descobriram uma molécula que, quando devidamente implementada, apaga recordações de forma selectiva, deixando as restantes memórias intactas. A Alfa-CaMKII é uma molécula que está associada à memória e que controla a criação e armazenamento de lembranças. Para este estudo, os cientistas efectuaram testes em ratos geneticamente manipulados para apresentarem uma maior actividade da referida molécula.
Os investigadores verificaram que estes roedores apresentavam maiores dificuldades em recordar objectos. Este trabalho apresenta algumas limitações por ter sido realizado em ratos e porque a técnica usada seria muito mais complexa se aplicada em humanos. No entanto, estes avanços apresentam-se como uma ferramenta útil para criar futuros medicamentos para condições associadas às recordações, como o stress pós-traumático. (ler aqui)
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14 de jun. de 2009
Múltipla personalidade, artigo revista sábado
Novo artigo, na biblioteca do blog, sobre múltiplas personalidades clicar aqui
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22 de mai. de 2009
Filosofia, busca do sentido da vida
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10 de mai. de 2009
Princípio da Moral

"Esse direito - o de matar um veado ou uma vaca - nos parece natural porque nós estamos no alto da hierarquia. Mas bastaria que um terceiro entrasse no jogo, por exemplo, um visitante de outro planeta a quem Deus tivesse dito: Tu reinarás sobre as criaturas de todas as outras estrelas, para que toda a evidência do Génesis fosse posta em dúvida. O homem atrelado à carroça de um marciano - eventualmente grelhado no espeto por um visitante da Via-Láctea - talvez se lembrasse da costeleta de vitela que tinha o hábito de cortar em seu prato. Pediria (tarde demais), desculpas à vaca."
- A Insustentável Leveza do Ser; Milan Kundera
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2 de mar. de 2009
O Efeito Tomate-Como Pode Errar a "Lógica" Científica
De acordo com o raciocínio vigente na época, o tomate também teria que ser venenoso em função de seu parentesco com as plantas venenosas, muito embora, na prática, jamais tenha havido referência alguma quanto ao potencial venenoso do tomate. Essa “lógica” era tão arraigada na América que tal preconceito só foi superado em 1820, quando Robert G. Johnson comeu um tomate nas escadarias do Tribunal de Salem, New Jersey, e sobreviveu. Drogas como a colchicina, os sais de ouro, a aspirina, a dipirona, entre muitos outros fármacos foram vítimas do “efeito tomate” e, como tal, banidos dos respectivos arsenais terapêuticos por longos períodos para, posteriormente, retornarem de maneira triunfal aos cenários terapêuticos de suas respectivas indicações após a superação dos mitos e das concepções equivocadas relativas ao potencial danoso de sua utilização terapêutica.
Em outras palavras, do ponto de vista conceitual, o “efeito tomate” seria o oposto do efeito placebo, uma vez que o efeito placebo caracteriza uma condição na qual uma substância sem qualquer efeito terapêutico mostra-se plenamente capaz de promover respostas terapêuticas desejadas em alguns pacientes. Por sua vez, o efeito tomate caracteriza uma situação na qual um fármaco definitivamente eficaz e seguro deixa de ser utilizado em função de mitos e concepções equivocadas sobre os potenciais riscos supostamente relacionados ao seu uso.
(clicar aqui para ler original)
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19 de fev. de 2009
Sabemos Pensar? Devemos Pensar?...

Bertold Brecht
O Vosso tanque General, é um carro forte
Derruba uma floresta esmaga cem
Homens,
Mas tem um defeito
- Precisa de um motorista
O vosso bombardeiro, general
É poderoso:
Voa mais depressa que a tempestade
E transporta mais carga que um elefante
Mas tem um defeito
- Precisa de um piloto.
O homem, meu general, é muito útil:
Sabe voar, e sabe matar
Mas tem um defeito
- Sabe pensar
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Armando Almas, Magda Campos
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