29 de mai. de 2012

Tarefa para o 10º Ano

Elabore um texto de cerca de 35 linhas sobre a desobediência civil e a sua eventual legitimidade. Entregar 3ªf 5 de Junho.

Tarefa de filosofia 11º Ano

Elabore um pequeno texto, cerca de 40 linhas, Comparando o falsificacionismo e o indutivismo. Entregar na próxima 3ªf 5 de Junho.

Preparação para exame de 11º Ano Filosofia.

Disponível resumo global de filosofia 10º e 11º Ano, preparação para exame. A qualidade é muito aceitável. Clicar aqui

4 de fev. de 2012

O livre-arbítrio não existe - Superinteressante

Você se interessou pelo tema desta reportagem e, por isso, resolveu dar uma lida. Certo? Errado! Muito antes de você tomar essa decisão, a sua mente já havia resolvido tudo sozinha – e sem lhe avisar. Uma experiência feita no Centro Bernstein de Neurociência Computacional, em Berlim, colocou em xeque o que costumamos chamar de livre-arbítrio: a capacidade que o homem tem de tomar decisões por conta própria. As escolhas que fazemos na vida são mesmo nossas. Mas não são conscientes. Voluntários foram colocados em frente a uma tela na qual era exibida uma seqüência aleatória de letras. Eles deveriam escolher uma letra e apertar um botão quando ela aparecesse. Simples, não? Acontece que, monitorando o cérebro dos voluntários via ressonância magnética, os cientistas chegaram a uma descoberta impressionante. Dez segundos antes de os voluntários resolverem apertar o botão, sinais elétricos correspondentes a essa decisão apareciam nos córtices frontopolar e medial, as regiões do cérebro que controlam a tomada de decisões. “Nos casos em que as pessoas podem tomar decisões em seu próprio ritmo e tempo, o cérebro parece decidir antes da consciência”, afirma o cientista John Dylan-Haynes. Isso porque a consciência é apenas uma “parte” do cérebro – e, como a experiência provou, outros processos cerebrais que tomam decisões antes dela. Agora os cientistas querem aumentar a complexidade do teste, para saber se, em situações mais complexas, o cérebro também manda nas pessoas. “Não se sabe em que grau isso se mantém para todos os tipos de escolha e de ação”, diz Haynes. “Ainda temos muito mais pesquisas para fazer.” Se o cérebro deles deixar, é claro.

A pessoa decide

O voluntário precisa tomar uma decisão bem simples: escolher uma letra. Enquanto ele faz isso, seu cérebro é monitorado pelos cientistas

1. Observa a tela...

O voluntário olha para uma seqüência de letras, que vai passando em ordem aleatória numa tela e muda a cada meio segundo.

2. Escolhe uma letra...

Na mesa, existem dois botões: um do lado esquerdo e outro do lado direito. O voluntário deve escolher uma letra – e, quando ela passar na tela, apertar um desses dois botões.

3. E aperta o botão.

Pronto. A experiência terminou. O voluntário diz aos pesquisadores qual foi a letra que escolheu e em que momento tomou a decisão.

Mas o cérebro já resolveu

Bem antes de a pessoa apertar o botão, ele toma as decisões sozinho

10 segundos antes

Os córtices medial e frontopolar, que controlam a tomada de decisões, já estão acesos – isso indica que o cérebro está escolhendo a letra.

5 segundos antes

Os córtices motores, que controlam os movimentos do corpo, estão ativos. Olhando a atividade deles, é possível prever se a pessoa vai apertar o botão direito ou o esquerdo.

E já é possível prever pensamentos

Além de provar que o livre-arbítrio não existe, a neurociência acaba de fazer outro enorme avanço: pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA, construíram um computador capaz de ler pensamentos. Ou quase isso. Cada voluntário recebeu uma lista de palavras sobre as quais deveria pensar. Enquanto ele fazia isso, um computador analisava sua atividade cerebral (por meio de um aparelho de ressonância magnética). O software aprendeu a associar os termos aos padrões de atividade cerebral – e, depois de algum tempo, conseguia adivinhar em quais palavras as pessoas estavam pensando. O sistema ainda tem uma grande limitação – ele só consegue ler a mente de uma pessoa se ela estiver totalmente concentrada. O que nem sempre é fácil. “Às vezes, no meio da experiência, o estômago de um voluntário roncava, ele pensava ‘estou com fome’”, e isso embaralhava o computador, conta o cientista americano Tom Mitchell, responsável pelo estudo.

12 de nov. de 2011

Apoio a Lógica

Foi incluído na biblioteca do Blog uma pasta de apoio aos conteúdos de Lógica (nomeadamente ficheiros aula 1 e aula 5). Clicar aqui

9 de nov. de 2011

Sobre educação

Grito de guerra da Mãe-Tigre, Amy Chua

Apesar de nossos escrúpulos em relação a estereótipos culturais, há toneladas de estudos por aí que mostram diferenças consideráveis e quantificáveis entre chineses e ocidentais no que se refere à criação dos filhos. Numa pesquisa feita com 50 mães americanas ocidentais e 48 mães imigrantes chinesas, quase 70% das ocidentais diziam que “enfatizar o êxito académico não faz bem à criança”, ou que “os pais precisam alimentar a ideia de que aprender é divertido”. Por outro lado, aproximadamente 0% das mães chinesas tinha a mesma visão.

A maioria delas dizia achar que seus filhos poderiam ser “os melhores” alunos; que o “êxito académico reflete o sucesso da educação recebida em casa”; e que, se as crianças não se destacavam na escola, é porque havia um “problema”, e os pais “não estavam fazendo o que deviam”. Outras pesquisas indicam que os pais chineses passam dez vezes mais tempo que os ocidentais por dia realizando atividades escolares com os filhos.

Por outro lado, as crianças ocidentais são mais propensas a participar de equipes de desporto. Isso leva ao meu argumento final. Pode-se pensar que os pais desportistas americanos sejam semelhantes às mães chinesas. Porém, isso está errado. Ao contrário da mãe ocidental típica, que passa o dia carregando os filhos para cumprir uma agenda abarrotada de atividades desportivas, a mãe chinesa acredita que:

  • (1) os deveres escolares são sempre prioritários;
  • (2) um A-menos é uma nota ruim;
  • (3) seus filhos devem estar dois anos à frente dos colegas de turma em matemática;
  • (4) os filhos jamais devem ser elogiados em público;
  • (5) se seu filho algum dia discordar de um professor ou treinador, sempre tome o partido do professor ou do treinador;
  • (6) as únicas atividades que seus filhos deveriam ter permissão para praticar são aquelas em que puderem ganhar uma medalha;
  • (7) essa medalha deve ser de ouro.

20 de out. de 2011

Crianças não devem ver televisão até aos dois anos


http://img0.rtp.pt/icm//thumb/phpThumb.php?src=/noticias/images/5c/5c7f6a1b25e8a8c65502180e25e22d1e&w=385&sx=0&sy=62&sw=725&sh=508&q=75

Um estudo da Academia Americana de Pediatria concluiu que ver televisão não traz qualquer benefício à educação de crianças com menos de dois anos. Os investigadores alertam os pais para a necessidade de limitarem o tempo que os filhos passam em frente ao ecrã, e incentivarem a interação das crianças com outras pessoas.


Em 1999, a associação médica norte-americana já tinha alertado para a mesma questão, tendo publicado um primeiro estudo que desencorajava por completo o consumo televisivo por menores de dois anos. A posição radical suscitou na altura a indignação tanto dos responsáveis pela indústria do entretenimento como das próprias associações de pais. O argumento era o mesmo: "hoje em dia é impossível". 12 anos e muitas novas tecnologias depois, os estudos foram reformulados e adaptados à realidade do século XXI.

"Sentimos que estava na altura de voltar a este assunto porque os ecrãs de televisão hoje em dia estão por todo o lado, e esta mensagem é muito mais relevante hoje do que era há uma década", afirma o pediatra Ari Brown. "Entre televisores, computadores, iPads e smartphones, as casas podem chegar a ter mais de 10 ecrãs", sublinha Brown.

As Privilegiar a linguagem humana

Recomendações dos pediatras são agora um pouco menos extremistas, mas ainda assim cautelosas: a televisão até pode estimular a aprendizagem, mas só em crianças com idade superior a dois anos. O psicólogo norte-americano Georgene Troseth revela que, contrariamente às crianças em idade escolar, os bebés "não fazem ideia do que está a acontecer" quando vêm televisão, porque não tem capacidades mentais para tal.

Investigações recentes comprovam que é a interação com pessoas e objetos o principal motor do processo de aprendizagem das crianças. A professora de psicologia Kathryn Hirsh-Pasek explica que "quanto mais linguagem humana for recebida, maior será a capacidade da criança para produzi-la e compreendê-la mais tarde".

Televisões fora do quarto

A prática cada vez mais comum de ter um televisor em cada divisão da casa, e em especial no quarto da criança, é outra questão que preocupa os académicos, ao mesmo tempo que avisam os adultos para moderarem o seu próprio consumo de conteúdos televisivos - um mau exemplo para os filhos e uma significativa diminuição do tempo passado com as crianças. A simples rotina de deixar a televisão sempre ligada como "ruído de fundo" pode prejudicar o desenvolvimento infantil, por ser inevitavelmente uma distração tanto para os filhos como para os pais. "Sabemos que do contacto com os media pode advir algum conhecimento, mas é mais reduzido e demora muito mais tempo", refere Georgene Troseth.

A Academia Americana de Pediatria alerta que por cada hora que uma criança passa em frente ao ecrã, perde cerca de 50 minutos de interação com os pais, e sugere que os médicos recomendem às famílias que instituam um limite para o tempo passado na companhia da televisão, naquilo a que chamam de "dieta dos media".




Original clicar aqui

13 de out. de 2011

A filosofia como cultura do espírito

6 de out. de 2011

Perguntas não Filosóficas

http://aeiou.visao.pt/users/126/12623/frango-93be.jpg

Preocupações existências de qualidade duvidosa: Os frangos podem ser sexy's

EUA

Um frango sexy (e polémico)

Uma brincadeira na secção "Jantar e Vinhos" do The New York Times está a indignar os defensores dos direitos dos animais. Em causa está um frango... numa pose sensual "Um frango sem cabeça e numa pose sexual", indignou-se a PETA, organização de defesa dos direitos dos animais, numa entrevista, abrindo a polémica, que se arrasta no Twitter, em tom de troça.

Tudo porque a secção "Dining & Wine" (Jantar e Vinhos) do jornal norte-americano The New Yor Times publicou uma imagem original de um frango, como se estivesse numa pose sensual, para ilustrar um artigo sobre como cozinhar a ave com pele.


Ler mais: Aqui



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Léxico de Psi.

Emotional intelligence Type of intelligence defined as the abilities to perceive, appraise, and express emotions accurately and appropriately, to use emotions to facilitate thinking, to understand and analyze emotions, to use emotional knowledge effectively, and to regulate one's emotions to promote both emotional and intellectual growth.

Glossário de Psicologia Clicar aqui

Conceito de Mãe: Apesar de algumas competências exigidas a uma “mãe”, para criar e/ou educar uma criança, se relacionarem com a vertente biológica, a maior parte delas são desenvolvidas por aprendizagem social. Assim, quando falamos em “mãe”, não estamos propriamente a referir-nos à mulher que dá à luz, mas sim a um adulto significativo possuidor das competências necessárias para cuidar de um bebé e que, dispondo de tempo para dedicar à criança, se mostra capaz de lhe proporcionar experiências positivas, estimulantes, e de lhe dispensar a atenção e o afecto necessários, de forma a possibilitar o desenvolvimento das suas potencialidades.

J. S., n.º14, 12º ano CAD