10 de mai. de 2009

Princípio da Moral

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"No começo do livro dos Génesis está escrito que Deus criou o homem para reinar sobre os pássaros, os peixes e outros animais. É claro Génesis foi escrito por um homem e não por um cavalo. Nada nos garante que Deus desejasse realmente que o homem reinasse sobre as outras criaturas. É mais provável que o homem tenha inventado Deus para santificar o poder que usurpou da vaca e do cavalo. O direito de matar um veado ou uma vaca é a única coisa sobre a qual a humanidade inteira manifesta acordo unânime, mesmo durante as guerras mais sangrentas."

"Esse direito - o de matar um veado ou uma vaca - nos parece natural porque nós estamos no alto da hierarquia. Mas bastaria que um terceiro entrasse no jogo, por exemplo, um visitante de outro planeta a quem Deus tivesse dito: Tu reinarás sobre as criaturas de todas as outras estrelas, para que toda a evidência do Génesis fosse posta em dúvida. O homem atrelado à carroça de um marciano - eventualmente grelhado no espeto por um visitante da Via-Láctea - talvez se lembrasse da costeleta de vitela que tinha o hábito de cortar em seu prato. Pediria (tarde demais), desculpas à vaca."

- A Insustentável Leveza do Ser; Milan Kundera

2 de mar. de 2009

O Efeito Tomate-Como Pode Errar a "Lógica" Científica

Um dos trabalhos mais brilhantes da literatura médica foi publicado em 1984 por Goodwin e Goodwin no JAMA, sob o título “The Tomato Effect: Rejection of Highly Efficacious Therapies”. Nesse artigo, os autores descrevem o chamado “Efeito Tomate”, para caracterizar a situação na qual terapias altamente eficazes são simplesmente abandonadas em função de interpretações equivocadas de dados da literatura médica ou devido a puro preconceito científico. O termo “efeito tomate” deriva do seguinte fato histórico: o tomate pertence à família das solanaceae. As folhas e frutos de várias plantas desta família como, por exemplo, a beladona e o mandraque podem causar morte se ingeridas em quantidades suficientes caracterizando-se, assim, como plantas venenosas.

De acordo com o raciocínio vigente na época, o tomate também teria que ser venenoso em função de seu parentesco com as plantas venenosas, muito embora, na prática, jamais tenha havido referência alguma quanto ao potencial venenoso do tomate. Essa “lógica” era tão arraigada na América que tal preconceito só foi superado em 1820, quando Robert G. Johnson comeu um tomate nas escadarias do Tribunal de Salem, New Jersey, e sobreviveu. Drogas como a colchicina, os sais de ouro, a aspirina, a dipirona, entre muitos outros fármacos foram vítimas do “efeito tomate” e, como tal, banidos dos respectivos arsenais terapêuticos por longos períodos para, posteriormente, retornarem de maneira triunfal aos cenários terapêuticos de suas respectivas indicações após a superação dos mitos e das concepções equivocadas relativas ao potencial danoso de sua utilização terapêutica.

Em outras palavras, do ponto de vista conceitual, o “efeito tomate” seria o oposto do efeito placebo, uma vez que o efeito placebo caracteriza uma condição na qual uma substância sem qualquer efeito terapêutico mostra-se plenamente capaz de promover respostas terapêuticas desejadas em alguns pacientes. Por sua vez, o efeito tomate caracteriza uma situação na qual um fármaco definitivamente eficaz e seguro deixa de ser utilizado em função de mitos e concepções equivocadas sobre os potenciais riscos supostamente relacionados ao seu uso.

(clicar aqui para ler original)

19 de fev. de 2009

Sabemos Pensar? Devemos Pensar?...

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Bertold Brecht


O Vosso tanque General, é um carro forte

Derruba uma floresta esmaga cem
Homens,
Mas tem um defeito
- Precisa de um motorista

O vosso bombardeiro, general
É poderoso:
Voa mais depressa que a tempestade
E transporta mais carga que um elefante
Mas tem um defeito
- Precisa de um piloto.

O homem, meu general, é muito útil:
Sabe voar, e sabe matar
Mas tem um defeito
- Sabe pensar

2 de fev. de 2009

Psicopatas entre nós...

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A sociedade não se pode defender dos psicopatas, são eles que fazem as regras... Dezenas de políticos são nitidamente psicopatas e deveriam estar na cadeia. Clicar aqui para ler entrevista a Robert Hare

Serpentes de Traje-psicopatia

“Serpientes vestidas de traje”, así denomina a los psicópatas que ocupan puestos directivos Robert Hare, profesor emérito de Psicología de la Universidad de British Columbia y uno de los mayores expertos en psicopatía. El término psicópata nos asusta. Lo asociamos habitualmente a los asesinos en serie o a Anthony Perkins en la película Psicosis, aunque estos casos concretos son excepcionales. Los psicópatas de traje son más habituales. ¿Qué les caracteriza? El rasgo más importante es su total falta de sensibilidad hacia las emociones del otro.

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Cuando un psicópata procesa información su parte del cerebro emocional no se activa. Es decir, son inmunes al dolor de terceros. No se trata de una enfermedad que se cure, es un trastorno de la personalidad que, además, les hace ser especialmente brillantes. Como destaca Hare, “es fácil encontrar psicópatas en puestos muy importantes de empresas, de la política o de la religión”. Son sumamente inteligentes, tienen una capacidad extraordinaria para la oratoria y les encanta el poder. ¡Veneran el poder y lo buscan a cualquier precio! Además, al no sentir emociones, no importa quién se interponga en su camino… Y no es algo ajeno. Hare estima que el 1 por ciento de la población mundial es psicópata (de diferentes tipos y grados, por supuesto) y que afecta con sus actos al 10 por ciento de la población. Adivine dónde se encuentran. ¿Un jefe con rasgos psicópatas? Si la utilización del miedo le permite conseguir los objetivos, no reparará en ningún momento en las consecuencias emocionales que pueda provocar. Es la intención en estado puro. El desafío es doble para una empresa que quiera evitarlo: por una parte, implantar sistemas que animen a que se denuncien este tipo de comportamientos (siempre y cuando el jefe no sea el dueño o el máximo responsable de la organización, en cuyo caso lo mejor es irse directamente) y, por otra, prescindir de ellos. Ninguna alternativa es sencilla. Ahora bien, quien ha tenido la mala suerte de toparse con alguno sabe que lo mejor de todo es salir de sus garras.
Por cierto, dos últimas matizaciones: Hay personas sin escrúpulos, pero eso no significa que sean psicópatas o que tengan comportamientos psicopáticos. Por otro lado, he conocido y leído a algún psicólogo que me ha reconocido que hay ciertos comportamientos psicopáticos que se matizan con el tiempo (incluso el mismo Viktor Frankl reconoce que algún psicópata de los campos de concentración nazis con el paso de los años había cambiado radicalmente). En definitiva, los psicópatas existen en las empresas, probablemente no sean todos cuantos podamos pensar y cabe la esperanza en algunos casos de que cambien en un futuro.

(Clicar aqui para ler original)

Lobos em pele de cordeiro-psicopatia/sociopatia

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Hilda Morana: a psiquiatra fará a identificação de psicopatas nos presídios paulistas. É o início de um trabalho para proteger a sociedade de pessoas como Francisco de Assis Pereira, o maníaco do parque, o mais famoso caso brasileiro

A fronteira da maldade
A ciência avança na identificação de
psicopatas, o primeiro passo para
entender a extensão desse mal

Psicopatas são o que de mais temível e intrigante os descaminhos da mente humana podem produzir. Eles são eloquentes, charmosos, sedutores e capazes de impressionar e de cativar rapidamente. Parece bom? Somem-se a essas características insensibilidade, frieza, mentiras, uma brutal capacidade de manipulação e nenhum sentimento de culpa ao fazer o mal. É assim que eles são descritos pelos médicos. Portanto, embora assombroso, esse é o perfil mais realista.

No código internacional de doenças, editado pela Organização Mundial de Saúde, a psicopatia se enquadra na classificação de distúrbio de comportamento anti-social – uma anomalia cuja incidência no mundo é de 5%. Os psicopatas são o extremo mais grave desse grupo. Correspondem a 1% da população mundial. É grande a possibilidade de já se ter topado com um deles sem saber. Examine-se novamente a estatística. De cada 100 pessoas, uma é psicopata, de acordo com a probabilidade aritmética. Para quem gostaria de criar uma defesa totalmente segura contra eles, pode-se adiantar que é difícil.

Há entre muitos psiquiatras a desconfiança declarada de que vários dos atos bárbaros vistos hoje podem ter origem nesse mal. O atentado praticado por Osama bin Laden contra as torres gémeas de Nova York e o assassinato dos seis turistas portugueses em Fortaleza são característicos. Os sinais da presença deles na sociedade são inúmeros. O desafio é reconhecê-los. Sabem enganar e dizer exactamente o que se quer ouvir. "O leigo normalmente só descobre depois que foi prejudicado", afirma a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa, especialista em medicina do comportamento pela Universidade de Chicago. A psicopatia não é exactamente um problema mental. É uma zona fronteiriça entre a sanidade e a loucura. Na prática, os pacientes não têm delírios, alucinações. Tampouco perdem o senso da realidade.

São pessoas inteligentes, mas incapazes de ter sentimentos altruístas, de sentir pena ou piedade e de se enquadrar nos padrões éticos e morais das sociedades em que vivem. Sua motivação é a satisfação plena de seus desejos, mesmo que isso envolva um golpe financeiro, a falência do concorrente ou, nos casos mais radicais, um estupro ou um assassinato. Tanto faz. O caso brasileiro mais conhecido é o do motoboy Francisco de Assis Pereira, o maníaco do parque, preso no Complexo Penitenciário do Carandiru, em São Paulo. Ele é acusado do assassinato de doze mulheres. Nove desses crimes ele confessou. Muito se especulou sobre que loucura teria levado a acções tão bárbaras. Chegou-se a dizer que havia uma influência do além. Seu laudo psiquiátrico – obtido com exclusividade por VEJA – é categórico no diagnóstico. Trata-se de um psicopata.

Embora seja essa a visão mais usual, o psicopata que mata e tortura suas vítimas não corresponde ao perfil mais frequência. O mais comum é o tipo parasita. É assim que se define aquele que se dedica a atormentar e dar golpes em suas vítimas sem nunca atentar fisicamente contra elas. O maior especialista mundial em psicopatia é o psicólogo canadense Robert Hare, da Universidade de British Columbia. Hare, por meio da observação clínica de seus pacientes, produziu um dos mais eficientes métodos de análise do comportamento e identificação dos psicopatas. Em seu livro mais famoso, Without Conscience, ele descreve inclusive os psicopatas de colarinho branco, pessoas que dedicam a vida a trapacear nos negócios.

Conhecer a fronteira entre a loucura e a mente sã é ainda um desafio para médicos e cientistas. O método desenvolvido por Hare já está em uso em países como Alemanha, Dinamarca, Holanda, Canadá, Inglaterra e em alguns Estados americanos. Uma de suas principais vantagens é a aplicação no sistema carcerário. Estudos realizados nos Estados Unidos e no Canadá estimam que a incidência de psicopatas entre a população carcerária chegue a 20%. Sua presença na prisão não passa despercebida. Eles têm o perfil adequado para se tornar os chefões da cadeia e os líderes de rebeliões. Podem transformar os outros 80% dos presos em massa de manobra. "Além de recriarem o inferno na cadeia, atrapalham a ressocialização dos detentos que podem ser recuperáveis", afirma a psiquiatra forense Hilda Morana. "É esse um dos principais motivos de o Brasil ter uma taxa de reincidência de crimes tão alta, na casa dos 70%."

Hilda encarrega-se, neste momento, de traduzir e validar o método de Hare no Brasil. Esse é o objetivo do doutorado que faz no Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo. Na etapa final, seu trabalho inclui a aplicação do teste de Hare em dez unidades penitenciárias de São Paulo, de acordo com o compromisso assumido com o secretário de Administração Penitenciária do Estado, Nagashi Furukawa. O resultado dessa avaliação, segundo a psiquiatra, possibilitará cuidar melhor dos 80% de detentos que ficam expostos à perversidade dos psicopatas. Hilda pretende ainda acompanhar, por quatro ou cinco anos, a vida desses indivíduos depois que saírem da prisão. Sua hipótese é que voltarão a cometer crimes muito antes e com mais facilidade que bandidos comuns. "Normalmente, eles têm as penas atenuadas por bom comportamento", afirma Ana Beatriz Barbosa. "Eles são tão dissimulados que se comportam como cordeiros na prisão. Virou moda forjarem uma conversão ao protestantismo."

A história registra casos de psicopatas que se tornaram celebridades. Um dos mais famosos é o do pintor italiano Michelangelo Merisi, o Caravaggio (1571-1610). Ele morreu, aos 39 anos, após uma atribulada vida de desajustes e crimes – além, claro, de uma das mais importantes obras legadas à história da arte. No livro Loucos Egrégios, o médico Juan Antonio Vallejo-Nágera apontou vários indícios de que a obra de Caravaggio teria sido influenciada por seu comportamento anti-social. Ele chamou a atenção para alguns detalhes macabros da obra de Caravaggio. No quadro O Sacrifício de Isaac, observa a expressão fria do ancião enquanto este se prepara para sacrificar o próprio filho.

Não se sabe a origem da psicopatia, mas existe muita pesquisa em desenvolvimento. Os especialistas brasileiros Ricardo de Oliveira-Souza e Jorge Moll Neto, que ganharam o prêmio especial do penúltimo congresso da Associação Americana de Neurologia, identificaram as áreas do cérebro em que há alta atividade diante de julgamentos morais. Entre os anti-sociais, essas regiões não apresentam nenhuma atividade. É de arrepiar.(Clicar aqui para ler original)

19 de nov. de 2008

Dia Mundial da Filosofia, 20-11-08

Tantas vezes nos disseram que éramos excepcionais! Centro do mundo, filhos de Deus, consciência do Todo, sal da terra, inteligência, seres falantes, espírito das ciências, vector do progresso. A nossa existência foi tão festejada por tantos mitos, religiões, filosofias, discursos complacentes, que não compreendemos os nossos desaires, as nossas baixezas, as nossas guerras intermináveis e infâmias sem nome. (...) Esta espécie absurda e violenta [assim] não tem razão de ser nem futuro.(...) Roger-Pol Droit

15 de nov. de 2008

Sopa de Plástico

Correntes oceânicas mantêm lixo sempre no mesmo sítio Foi durante uma competição de barco à vela entre Los Angeles e o Havai, em 1997, que o norte-americano Charles Moore encontrou um enorme depósito de lixo em pleno oceano Pacífico. Actualmente, o oceanógrafo estima que existam cerca de cem milhões de toneladas de lixo a circular no Pacífico Norte. Desde 1997, esta mancha tem vindo a crescer: estende-se por uma área sete vezes superior à superfície de Portugal.

Existem duas manchas de lixo, também chamadas de "sopa de plástico" por serem sobretudo compostas por plásticos, uma de cada lado do arquipélago do Havai. O lixo é mantido no local pelas correntes oceânicas. No Pacífico Norte, com ventos fracos, as correntes tendem a empurrar qualquer material que flutue para o centro, uma área com pouca energia. Há poucas ilhas onde o lixo possa dar à costa, por isso, acumulam-se grandes quantidades. Algumas estimativas do Programa Ambiental das Nações Unidas apontam para a existência de quase três quilogramas de plástico por cada um de plâncton. A mancha de plásticos é conhecida como "o caminho de lixo da Ásia".

David Karl, professor da Universidade do Havai, afirma que é necessária mais investigação para determinar o tamanho e composição desta mancha. O oceanógrafo está a planear uma viagem de pesquisa para este Verão, juntamente com a Algalita Marine Research Foundation, criada por Charles Moore.

A presença de tanto plástico é problemática para a vida marinha. De acordo com o Programa Ambiental das Nações Unidas, o plástico constitui 90% de todo o lixo flutuante nos oceanos e é a causa da morte de mais de um milhão de aves marinhas todos os anos, bem como de mais de cem mil mamíferos marinhos. Rolhas, isqueiros e escovas de dentes já foram encontrados nos estômagos de aves mortas, que os engolem pensando tratar-se de comida.

O Programa Ambiental das Nações Unidas estima ainda que cada metro quadrado de oceano contém cerca de 46 mil pedaços de plástico. É que a mesma característica que torna o plástico útil para os consumidores, a durabilidade, transforma-se num problema no mar, alerta a Greenpeace. Cerca de cem milhões de toneladas de plástico são produzidas todos os anos e 10% acabam no mar. Cerca de um quinto do lixo vem de navios e plataformas petrolíferas, o restante vem de terra. De acordo com a Greenpeace, há outra consequência negativa: o plástico pode funcionar como uma esponja química, concentrando poluentes. Assim, ao ingerirem pequenos pedaços de plástico, as aves absorvem químicos tóxicos.

É possível que este fenómeno se repita em menor escala noutros oceanos com correntes semelhantes, como o mar de Sargaços, no Atlântico Norte.

(ler original aqui e sobre o tema aqui)

O Alto Preço do Sucesso

Segundo uma pesquisa médica cada vez mais jovens atletas usam drogas perigosas para melhorar o seu desempenho e sobressair na competição desportiva. Na pesquisa perguntou-se aos estudantes: "Se você soubesse que só conseguiria entrar numa equipa/selecção (ou ganhar uma competição) tomando drogas/esteróides, mas que em cinco anos ficaria doente, mesmo assim tomaria essas drogas?". O resultado foi quase de 100% de respostas afirmativas.

Quando a pergunta foi mudada e se questionou: "E se você soubesse que morreria em cinco anos". Cerca de 65% dos jovens afirmaram que continuariam a optar por tomar esteróides/drogas.



New York City
June 2002


Athletes and Drugs˜The High Price of Success

B
y Dr. Richard Frances and Nancy Helle The widespread use by athletes of “performance enhancing drugs” many of which are sold over the counter, was discussed at the recent seminar on Addiction Psychiatry at Silver Hill Hospital in New Canaan, CT.

Steroids and other “dietary supplements” sold in health food stores are commonly used, not only among professional athletes, but among college, high school and ever junior high school students, according to Dr. Robert B. Millman, a medical director of the major baseball leagues and Professor of Psychiatry and Public Health at Weill Medical College of Cornell
University.

“Athletes take drugs for the same reasons as everyone else—performance enhancement, self medication, and recreational use. Performance enhancing drugs tempted Olympic contenders for over 2000 years.“To be the best, the swiftest and strongest,” from the beginning people took everything they could to help them compete. A 1950s American Olympic coach noticed that foreign athletes were bigger and stronger, discovered they were taking steroids and introduced the concept to American athletes,” said Dr. Millman. “The current problem is athletes trying to beat the tests. Do we want sumo wrestlers or gladiators?

Since the 1950s, records document that athletes take drugs˜steroids, testosterone and its derivatives—drugs with muscle building and sexual effects, increasing lean body mass, speed and aggressiveness and making females more virile with deeper voices,” he stated. When college students in a recent survey on performance enhancing drugs were asked, “If you knew you'd win or make the team by taking steroids, but in five years you'd get sick, would you still do it?,” nearly all said yes.

When the question was changed to “if you knew you would die within five years,” 65 percent still said yes. In most high schools today, 15 percent of the kids are taking steroids, testosterone, or other performance enhancing drugs purchased over the counter, said Dr. Millman. “When you combine weight training with steroids, there is no question that you get results.” “However, if a young person hasn't completed growing, these drugs stop bone growth.

This is a major issue˜the side effects are hypertrophied muscles and sexual organs, as well as acne, oily skin, and baldness in male and females. And the problem of withdrawal symptoms is like reverse anorexia; athletes feel like they can't stop taking the drug. One negative symptom is hyper-alertness, a form of paranoia,” Dr. Millman said. People wrongly assume that what they buy over the counter is not harmful. “The Dietary Supplement Health and Education Act of 1994, states that Œif you don't claim your product cures an illness, there are no regulations on its sale.' The ingredients don't even have to be listed,” said Dr. Millman. “These pills are in everyone's locker in professional sport. Olympic athletes have been busted for taking drugs which contains steroids, even if bought over the counter.

It's very difficult to get baseball players not to take steroids. They say, 'I'm being offered a four million a year contract and if I don't take the stuff, I won't make the team',” he said. You have to have a degree of narcissism to become a famous athlete or celebrity. If they don't get admiration, they suffer from plummeting self-esteem. Most of us are not being graded every day as athletes are. They put themselves at risk due to 'acquired narcissism.' They think they can get away with taking drugs.” In asking, “Should we ban all performance enhancing pills?,” Dr. Millman concluded, “I feel that more of these supplements should be available only by prescription.”# Richard Frances, M.D. is the President and Medical Director of Silver Hill Hospital in Connecticut.

Education Update, Inc., P.O. Box 20005, New York, NY 10001.
Tel: (212) 481-5519. Fax: (212) 481-3919.Email: ednews1@aol.com.
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Dor Emocional é Mais Forte Que a Dor Física

Experiências emocionalmente dolorosas sobrevivem mais tempo na memória que a dor física, afirmaram psicólogos americanos.
O estudo da Universidade Purdue, em Indiana, foi feito com base em respostas de voluntários, todos universitários, sobre os eventos dolorosos que eles tinham vivenciado nos últimos cinco anos.

Primeiro, eles foram estimulados a recordar dores físicas e emocionais que haviam vivenciado. Depois, foram submetidos a um difícil teste mental, partindo do princípio de que quanto mais dolorosa a lembrança da experiência, pior o desempenho nos testes.
O resultado sugeriu que as lembranças de dores emocionais eram muito mais vívidas que as outras. Nos testes, as pessoas que recordaram de dores físicas se saíram melhor.

Em um artigo na revista médica Psychological Science, os cientistas disseram que é muito mais difícil reviver a dor física que relembrar dores "sociais".
Zhansheng Chen, que liderou a pesquisa, disse que a razão provavelmente está relacionada com a evolução do córtex cerebral, que processa pensamentos complexos, percepção e linguagem.
"Isto certamente melhorou a capacidade dos humanos de criar e se adaptar, de se relacionar em grupos e com grupos, comunidades e culturas, e de responder à dor associada às interações sociais", afirmou o pesquisador.
"Entretanto, o córtex cerebral também pode ter tido um efeito não-intencional de permitir aos humanos reviver, re-experimentar e sofrer a dor social."

Os pesquisadores agora pretendem repetir a experiência com pessoas mais velhas, com maior probabilidade de ter suportado dor crónica.
O psicólogo infantil Michael Hughesman concorda que é possível que a dor emocional seja processada em uma parte do cérebro diferente da que processa a dor física, e que por isso a 'duração' da dor seja diferente nos dois casos.

"Há algo de intangível em relação ao dano emocional. Com a dor física, você pode ver a ferida, mas no abuso emocional normalmente há temor e ansiedade remanescentes", afirmou.
"Se alguém no parquinho da escola diz que vai te pegar após a aula, você tende a ficar ansioso e com medo, mais que se alguém simplesmente chegar e bater em você."

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Emotional intelligence Type of intelligence defined as the abilities to perceive, appraise, and express emotions accurately and appropriately, to use emotions to facilitate thinking, to understand and analyze emotions, to use emotional knowledge effectively, and to regulate one's emotions to promote both emotional and intellectual growth.

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Conceito de Mãe: Apesar de algumas competências exigidas a uma “mãe”, para criar e/ou educar uma criança, se relacionarem com a vertente biológica, a maior parte delas são desenvolvidas por aprendizagem social. Assim, quando falamos em “mãe”, não estamos propriamente a referir-nos à mulher que dá à luz, mas sim a um adulto significativo possuidor das competências necessárias para cuidar de um bebé e que, dispondo de tempo para dedicar à criança, se mostra capaz de lhe proporcionar experiências positivas, estimulantes, e de lhe dispensar a atenção e o afecto necessários, de forma a possibilitar o desenvolvimento das suas potencialidades.

J. S., n.º14, 12º ano CAD